https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/issue/feed Anais do Instituto de Higiene e Medicina Tropical 2018-10-06T02:48:52-07:00 Contacto Principal anais@ihmt.unl.pt Open Journal Systems Os Anais do Instituto de Higiene e Medicina Tropical publicam artigos originais nos domínios da medicina tropical, saúde pública e internacional, ciências biomédicas e afins https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/223 MEDICINA DO VIAJANTE: IMPORTÂNCIA E CONCEITOS 2018-10-06T02:48:52-07:00 Nuno Marques no@no.no Jorge Seixas no@no.no Rosa Teodósio no@no.no Jorge Atouguia JMA@ihmt.unl.pt <p>.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/224 CONSULTA DO VIAJANTE, OU ONDE A COMUNICAÇÃO PARA A SAÚDE SE ENCONTRA COM A COMUNICAÇÃO “NA” SAÚDE 2018-10-06T02:48:51-07:00 Mafalda Eiró-Gomes no@no.no Jorge Atouguia JMA@ihmt.unl.pt <p>.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/225 INFORMAÇÃO EM MEDICINA DAS VIAGENS: TER OU NÃO TER, EIS A QUESTÃO 2018-10-06T02:48:49-07:00 Jorge Seixas JSeixas@ihmt.unl.pt Rosa Teodósio no@no.no Jorge Atouguia no@no.no <p>.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/226 O ESTADO DE SAÚDE DOS IMIGRANTES E SEUS DETERMINANTES: RESULTADOS DE UM ESTUDO REALIZADO NA ZONA METROPOLITANA DE LISBOA 2018-10-06T02:48:47-07:00 Sónia Dias SFDias@ihmt.unl.pt Ana Gama no@no.no Maria O. Martins no@no.no <p>Este estudo pretende descrever o estado de saúde de uma população imigrante e ident ificar os determinantes associados. Realizou-se um inquérito, por quest ionário, com 1375 imigrantes residentes em Lisboa, selecionados pelo mét odo “ bola-de-neve”. Os dados foram analisados at ravés de regressão logíst ica. Do total de imigrantes, 61,5% reportou boa saúde, mais frequentemente os homens do que as mulheres. Em ambos os grupos, o mau estado de saúde reportado está associado a maior idade e à existência de doença crónica. Reportar má saúde está negativamente associado a ser africano e brasileiro (comparando com europeu de leste) e a ter escolaridade superior. Nas mulheres, ter mau estado de saúde está também associado a residir há mais tempo em Portugal, a percecionar os rendimentos como insuficientes, a reportar doença mental e a não prat icar exercício físico. Nos homens, ter má saúde está posit ivamente associado a não estar empregado e a não ter cuidados alimentares. As variações no estado de saúde ent re grupos de imigrantes e a influência das questões de género e do contexto socioeconómico e cultural devem ser consideradas no desenvolvimento de polít icas e est ratégias de ação direcionadas para a melhoria da saúde destas populações.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/227 ANÁLISE COMPARATIVA DAS PERCEÇÕES DE IMIGRANTES E DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE SOBRE A PROCURA E A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NAS POPULAÇÕES IMIGRANTES 2018-10-06T02:48:45-07:00 Sónia Dias SFDias@ihmt.unl.pt Ana Gama no@no.no Inês Fronteira no@no.no <p>Este estudo pretende descrever perceções de imigrantes e de profissionais de saúde sobre a procura de cuidados de saúde e barreiras na ut ilização dos serviços pelos imigrantes, procurando ident ificar concordâncias e discrepâncias nas perceções dos dois grupos. Desenvolveram-se dois estudos: um com aplicação de inquérito por quest ionário a 1375 imigrant es selecionados por “ bola-de-neve” e out ro com aplicação de um quest ionário de autopreenchimento a uma amost ra representat iva de 320 profissionais dos serviços de cuidados de saúde primários da região de Lisboa e Vale do Tejo. Efetuou-se uma análise descrit iva dos dados. Os imigrantes e os profissionais divergem sobre os mot ivos que levam os imigrantes a procurar serviços de saúde e as dificuldades que encont ram. Ambos os grupos referem maioritariamente dificuldades de nível individual (falta de recursos económicos e desconhecimento dos imigrantes sobre o acesso à saúde). Porém, as dificuldades na interação profissional-utente (dificuldades linguíst icas, relacionadas com falta de competências para lidar com os imigrantes) são mais apontadas pelos imigrantes. Verificam-se ainda discrepâncias ent re médicos/enfermeiros e administ rat ivos. Este conhecimento pode cont ribuir para a ident ificação de necessidades específicas e para a decisão informada no desenvolvimento de polít icas e est ratégias que promovam o acesso e ut ilização dos serviços e a adequação da prestação de cuidados aos imigrantes.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/228 AS INICIATIVAS GLOBAIS DE SAÚDE E OS ATORES E INSTITUIÇÕES NACIONAIS: O CASO DE ANGOLA 2018-10-06T02:48:43-07:00 Isabel Craveiro isabelc@ihmt.unl.pt <p>Neste art igo, discute-se o impacto das Iniciat ivas Globais de Saúde (IGSs) no Sistema de Saúde de Angola at ravés da análise das perceções de atores-chave. Esta análise está integrada num estudo mais amplo, da responsabilidade de um consórcio com t rês países europeus (Portugal, Irlanda e Bélgica) e t rês países africanos (Angola, África do Sul e Moçambique). Foram ent revistados informadores-chave: decisores polít icos do Ministério da Saúde e representantes dos doadores e organizações nãogovernamentais. Foi ainda efetuada análise de documentos relevantes: polít ica nacional de saúde, programas nacionais de malária, tuberculose e saúde materna e relatórios nacionais e internacionais. A recolha de dados em Angola decorreu ent re abril e junho de 2009 e maio de 2011. Os resultados refletem a complexidade da interação ent re o sistema de saúde angolano e os atores-chave externos. Angola não é dependente de financiamento externo, exist indo mais complementaridades entre os programas est ratégicos nacionais e a prestação de serviços e de intervenções das IGSs, uma realidade diferente da que observamos nout ros países africanos, como Moçambique.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/229 ATRAÇÃO E RETENÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE EM ZONAS CARENCIADAS: REVISÃO DAS EVIDÊNCIAS 2018-10-06T02:48:41-07:00 Gilles Dussault no@no.no <p>Este art igo revê a literatura recente sobre os problemas de at ração e retenção de t rabalhadores de saúde qualificados em zonas carenciadas. Os mot ivos que fazem com que os t rabalhadores evitem essas zonas são conhecidos. A literatura oferece propostas de est ratégias para melhorar a at ração e a retenção, mas a evidência em apoio da sua eficácia ainda é fraca. O que é mais consensual é que não há intervenções que, por si mesmas, permitam resolver o problema e que os que formulam as polít icas podem ser mais eficazes se t iverem acesso a informação válida sobre as expectat ivas dos t rabalhadores de saúde e sobre os fatores que influenciam a sua escolha de onde praticar a sua profissão.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/230 A INVESTIGAÇÃO DO IHMT SOBRE OS PRESTADORES PRIVADOS DE SAÚDE NOS PALOP: LIÇÕES APRENDIDAS E QUE FUTURAS ÁREAS DE INVESTIGAÇÃO? 2018-10-06T02:48:39-07:00 Giuliano Russo grusso@ihmt.unl.pt Ana Luísa Batista da Trindade no@no.no <p>Apesar da importância crescente dos prestadores privados na prestação de serviços de saúde em países de média e baixa renda, poucos t rabalhos cient íficos têm sido realizados sobre esta área, part icularmente no que respeita aos países africanos de língua portuguesa (PALOPs). Este art igo pretende apresentar o t rabalho de invest igação sobre este tema realizado por invest igadores do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT), com vista a ext rair lições para o debate global sobre prestadores privados da saúde, ident ificando simultaneamente futuras áreas de invest igação. At ravés duma pesquisa bibliográfica e de comunicações pessoais, foram ident ificados os t rabalhos mais relevantes dos investigadores do IHMT publicados em revistas cient íficas de elevado impacto sobre o setor privado da saúde nos PALOPs nas últ imas t rês décadas. Estas publicações dizem respeito ao envolvimento dos médicos nas at ividades do setor privado formal e informal em África, ao mercado farmacêut ico público e privado em Moçambique, e ao duplo emprego dos t rabalhadores da saúde nos PALOPs. Este art igo conclui que a invest igação do IHMT nestas áreas tem, por um lado, cont ribuído para documentar a realidade e as experiências dos sistemas de saúde nos PALOPs e, por out ro lado, tem permit ido explorar as característ icas e o papel de inst ituições e atores públicos e privados da saúde em países de baixa renda, enriquecendo o debate sobre a definição dos mercados da saúde. Capitalizando os t rabalhos realizados, a futura invest igação do IHMT nesta área poderá incidir sobre o papel em África dos médicos que t rabalham exclusivamente no setor privado, sobre o t ipo de incent ivos económicos necessários para at rair os médicos para o setor público, e ainda sobre o papel das inst ituições de saúde na evolução da prát ica do duplo emprego dos médicos. Estas realidades deverão ser compreendidas em termos dos seus impactos na equidade de acesso a serviços de qualidade.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/231 OS DESAFIOS DA REGULAÇÃO 2018-10-06T02:48:37-07:00 Jorge Simões jsimoes@ers.pt César Carneiro no@no.no <p>A OECD define regulação económica como a imposição de regras pelos governos, apoiada pelo uso de sanções que visam, especificamente, modificar o comportamento económico de indivíduos e empresas. As importantes falhas ident ificadas nos mercados de seguros de saúde e de prestação de cuidados de saúde fazem com que este seja um dos campos clássicos da intervenção regulatória. Com efeito, as at ividades de regulação da saúde estão presentes na generalidade dos sistemas de saúde contemporâneos, embora sob formas nem sempre explícitas e devidamente estruturadas e autonomizadas. Porém, o grau de disseminação da regulação da saúde não encont ra proporcionalidade no grau de consenso político, social ou académico em torno de muitos dos seus aspetos cent rais. As discussões principais cent ram-se, atualmente, não na necessidade da existência de regulação da saúde, mas em aspetos part iculares como o grau de independência face ao governo e aos agentes dos mercados, os custos diretos e indiretos da at ividade de regulação ou a escolha entre regulação do sistema e autorregulação por profissionais de saúde. Em Portugal, a regulação independente da saúde surgiu em 2003 e, não obstante as dificuldades iniciais de aceitação por parte dos stakeholders, esta forma de intervenção pública nas at ividades de saúde assume, hoje, um papel fulcral no sistema de saúde português.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement## https://anaisihmt.com/index.php/ihmt/article/view/232 INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA: QUE PAPEL PARA A SAÚDE 2018-10-06T02:48:35-07:00 Carlos J. N. Martins carlosmartinspessoal@gmail.com <p>.</p> 2018-09-10T00:00:00-07:00 ##submission.copyrightStatement##